quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Não é do Quintana, mas é boa...

"Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia primeiro de cada mês e de cada ano novo, é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas recomeça."

Gentes,  (só pra ressaltar) a citação acima que rola solta todo fim de ano pela rede não é do Quintana, tá?. (Não, também não sei de quem é...) A despeito da incerteza da autoria, cito porque não deixa de ser genial. Aproveito o momento e o espaço pra compartilhar também o post abaixo que vi no face de um primo:

:)


sábado, 8 de dezembro de 2012

Jingle Bells, again...

Muita gente gastando o que não tem, se empanturrando de panetone no café da manhã e pondo a Sidra Cereser da cesta básica pra gelar. Tudo isso, é claro, ao som daquela famigerada  musiquinha: "Então é natal..."  (Tenho a sincera curiosidade de saber quem ainda aguenta ouvir a voz da Simone cantando isso. Sério...)


foto: roubartilhada do facebook

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Niemeyer, uma vida bonita de verdade!



"Quando me pedem um prédio público, por exemplo, eu procuro fazer bonito, diferente, que crie surpresa. Porque eu sei que os mais pobres não vão usufruir nada. Mas eles podem parar, ter um momento assim de prazer, de surpresa, ver uma coisa nova. É o lado assim que a arquitetura pode ser útil. O resto, quando ela tiver um programa  humano, social, aí ela vai cumprir seu destino."

Parece que Niemeyer semeou beleza sem fazer acepção de pessoas. Isso que é gente bonita e inspiradora...

Já comentei aqui no blog, em 2007, sobre o documentário Oscar Niemeyer a vida é um sopro. Aproveito a ocasião de despedida para  mencioná-lo novamente. Vale a pena!


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Blá,blá,blá...

Cansada do mesmo de sempre, eis que vejo esta ótima tirada do  André Dahmer e pronto: disparo aquela gargalhada gostosa que lava a alma...Rir é bom demais!

                                                              http://www.malvados.com.br/

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Escolha de um amigo



foto do livro: "Amizades Improváveis"
Escolho meus amigos não pela pele
ou outro arquétipo qualquer,
mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador
e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito
nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim
louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias
e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero-os santos, para que não duvidem
das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela cara lavada
e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo,
quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim:
metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis
nem choros piedosos.
Quero amigos sérios,
daqueles que fazem da realidade
sua fonte de aprendizagem,
mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto
e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios,
crianças e velhos, nunca me esquecerei
de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.